quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O dia da marmota

5:15, alarme; 11:45, almoço; 17:00 sair;
Multiplique por cinco.

Cinco vezes por semana o mesmo dia se repete. Tudo se repete. Mesmos horários. O mesmo alarme, o mesmo ônibus, as mesmas pessoas, o mesmo engarrafamento. Creio que até mesmo se repitam as pessoas que cometem pequenos acidentes de trânsito que fortificam os engarrafamentos.

Nem meu "galinho meteorológico" escapou de cair na fenda temporal que prende os dias pelo menos cinco vezes por semana. Todo dia ele parece resignado. Apresenta a mesma cor rala e indefinida como se poupasse o quente azul e o úmido rosa somente para os finais de semana!
...

Não fiz esse post para maldizer a rotina. Sei que existem as boas e as más, como em quase tudo.

Nem vou falar de maneiras de fugir da rotina, ou o quão isso é importante - se é-. Para isso existem livros de auto-ajuda (que só ajudam mesmo quem os escreveu e as editoras).
...
Por fim?
Quando se está numa má rotina, mudar necessita menos de capacidade que de possibilidade (que as vezes nem parece existir).
!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sem assunto - Beervolution

Recebí por e-mail.
Leis de Copyright, me desculpem.

A corcunda só trocou de lado!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

volta e meia volta

Volta e meia me pego discursando, nem que comigo mesmo, sobre o que chamo de sinceridade da música tocada ao vivo. Às vezes escrevo até um post ou outro para me vangloriar, na frente das duas pessoas que comentam no blog, sobre o quanto sou verdadeiro na execução das minhas músicas, que são de uma transparência cristalina...

Em outras voltas, penso comigo mesmo, se isso não é apenas uma desculpa, menos convincente que promessa de político, para mascarar minha falta de perseverança frente a complexidade dos programas de gravação. Faltam argumentos?!
Vai um:
Falo muito que gravar é bobeira, o importante é tocar ao vivo e, por isso, gravo tudo em tomadas instantâneas: "gravo ao vivo tocando somente o que posso tocar".

...Tocar ao vivo...
Quantas vezes já toquei algo da Frêmito ao vivo?
Milhares.
Com platéia?
Nunca.


Aí, mais uma vez, me pergunto nesse solilóquio esquizofrênico travestido de postagem:
Será que, como no filme "Into the wild", chegarei em algum dia, à conclusão de que a felicidade só é completa quando partilhada?

Se esse dia chegar, terei que mudar muita coisas nas minhas músicas!! heheh
:)
tsc.

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