terça-feira, 27 de abril de 2010

Algum conhecimento do mundo numa casca de nós.

Ultimamente venho pensando em como a tecnologia vem suprindo, e as vezes substituindo, funções que faziamos biologicamente. Primeiro o ábacus, depois a calculadora; primeiro a agenda de telefones, depois o celular que mantém uma lista com telefones; e por assim vai. Há muito tempo não precisamos lembrar de tudo, ou fazer de tudo, pois podemos consultar o que está escrito (que tenhamos escrito, ou que tenhamos lido apenas). Agora, temos essa extensão da nossa memória (criada com a escrita etc.) muito aprimorada pois o computador, além de armazenar informação em vário formatos, proporciona uma nunca antes experimentada facilidade de pesquisa. Não é mais necessário lembrar em qual livro, ou livro de qual assunto, basta saber um conjunto mínimo de dados para encontrar a "nossa" memória que buscamos... Lá se vão as sinapses...

...Talvez (não) Marshall McLuhan diga algo parecido no livro que eu não li "Os meios de comunicação como extensões do homem" - ao menos é o que o título parece dizer... eheheh

Por fim, arrisco dizer que o computador é uma extensão do raciocínio (processamento) e memória (armazenamento) do homem. O acesso à essa nossa "memória externa" se dá quando o computador processa/cruza/busca informações a partir dos dados que inserimos na busca.

As referências que temos - dados que colocamos na pesquisa - mais as referências que o computador tem - as obras, documentos, arquivos - são como sinapses, são as pontes entre os neurônios (nesse caso, aceleradas pela capacidade de processamento).

Tosqueira pura!

domingo, 11 de abril de 2010

As melhores introduções de músicas – que eu lembre!

Ontem, numa fria tarde de ócio enquanto ouvia música fui arrebatado pela idéia de fazer uma espécie de “top ten” das introduções de músicas. Sim, essas listinhas “top alguma coisa” são um saco e muitas das vezes trazem obscenidades como aquela em que o Kurt Cobain ficou entre os dez melhores guitarristas do mundo... Tsc. A minha não será diferente, porém não estará em nenhum portal ou revista que lhe dê qualquer tipo de credibilidade e compromisso com a imparcialidade. É só o que eu acho!


Inicialmente eu escolhi cerca de trinta e duas músicas cujas introduções eu aprecio e para o post mantive apenas vinte e duas. Usei alguns critérios:

- A introdução deve ser apenas instrumental (ou quase)

- A introdução não deve ser o verso nem o riff principal e, principalmente, não deve aparecer repetida durante o resto da música com vocal por cima (ou quase)

- Ela acaba quando começa o verso (duh)

- Evitei músicas instrumentais por causa da dificuldade de discernir o que é introdução e verso e porque a introdução quase sempre traz o tema.



* No More Tears

Acho que o Ozzy foi tão acessível quanto nessa música que, se não estou enganado, ficou bastante tempo “nas paradas de sucesso”. A introdução se repete depois do solo no meio/fim da música.




* Can´t Stop Loving You

Van Halen, como sempre, matador. A introdução dessa música é de uma simplicidade incrível, mas com um resultado muito bom. Uma baladinha farofa com uma introdução que marcou uma década.


* All The Young Dudes

Música gravada pela não muito conhecida banda Mott the Hoople. A introdução é curtinha mas traz o tema da música muito bem enfeitado. O Bruce Dickinson regravou ssa música em sua carreira solo.



* Lazy

Mais uma vez o Deep Purple mostrando que o órgão e a guitarra ficam ótimos juntos. A introdução é maior que o resto da música e vale cada segundo.



* Jump

Ok. Um dos critérios era que a introdução não se repetisse como base para vocal, e isso acontece nessa música. Mas que se dane! Essa introdução marcou os ano 80!



* Panama

Simples e rasteira. O Edward Van Halen mais uma vez dá uma aula de simplicidade com resultado magnífico.



* In The Flesh

Refiro-me a do primeiro cd do album duplo The Wall. Creio que foi pensando nessa introdução que decidi escrever esse post. Só ouvindo.



* River Runs Red

Está música está no álbum Blue Sky Mining. Os cerca de um minuto e vinte segundos da introdução são bem simples, mas o baixo, as duas guitarras e a bateria estão num casamento muito feliz.



* Industrial disease

Do álbum Love Over Gold. Tem uma mistura bem interessante do teclado com uma bateria estilo música churrascaria e uma guitarra meio perdida. Se repete simplificada algumas vezes durante a música.Viagem garantida.



* Walk of Life

Mais uma introdução marcante da década de 80. Teclado show de bola.



* See You in Black

Sensacional introdução da música que abre o album Heaven Forbid. Matadora como o resto da música e do álbum.



* Show business

Da banda que tem mais riffs legais, uma introdução que dizem ser tocada pelo Malcolm e não Angus. Primeiro álbum.



* Gimme 3 Steps

Primeiro álbum do Lynyrd Skynyrd veio para matar. A introdução se repete mais algumas vezes durante a música com algumas variações.



* Tuesday is Gone

Mais uma do primeiro álbum do Lynyrd Skynyrd. A introdução é curtinha. O Metallica no album garage inc. fez uma versão bem legal também.



* The Wizard

Não vou esconder: Curto uma gaita. Essa introdução tem um quê de mistério “sorceresco”. Show!



* Power of Love

De certa maneira afrouxei alguns critérios para colocar essa aqui, mas pô! Quem nunca ouviu essa introdução ecoando nas chamadas do filme “De Volta para o Futuro”? É curtinha mas marcou uma época.



* Crazy train

F0D4!



* Sorrow

Do álbum Division Bell é o nome da música traduzido (putz) para a guitarra.



* Unguarded moment

Da banda “The Church”. A introdução de nem trinta segundos, e que se repete durante a música, é simples e marcante. E a música também é legal.



* Shout it Loud

Ta certo que o Kiss é uma banda de refrões, mas essa introdução marcou a minha adolescência!



* Take on Me

Preciso desenhar?



* Man in the box

Talvez uma das melhores introduções do grunge (ou quase grunge). Bem curtinha e se repete algumas vezes durante a música. Nada mais é que uma melodia diferente jogada em cima do verso.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Curso de redação UFF

A quem possa interessar, a UFF-Itaperuna dispõe de um curso de redação prática à distância. O custo é de 150 mangos, são 8 atividades para serem cumpridas em no máximo 14 semanas - tempo pra caramba - e o certificado chega pelo correio.

É bem tranquilo, serve para dar um volume no currículo e, para quem é funcionário público (das IFES, pelo menos), vale como curso de capacitação.

http://www.cursosonline.uff.br/curso_redacao.html

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