domingo, 23 de maio de 2010

Está aberta a temporadade de caça ao servidor público!

Depois de terminarem as últimas temporadas do BBB e da fazenda, e num momento de letargia pré copa, a mídia dita menos alienada inicia a caça aos servidores públicos. São inúmeras equações e estatísticas que tentam demonstrar que os grandes vilões do Brasil são os funcionários públicos. Seja por causa da fatia do PIB que eles consomem, ou pelos altos salários quando comparados aos salários do funcionalismo público dos países desenvolvidos - em arquivologia nunca vi um salários incrível... essa pesquisa deve ter se pautado em fiscais, procuradores, juízes... - há sempre um ataque. Essas reportagens parecem querer fazer a cabeça da opinião pública (que não está estudando para concursos) para, futuramente, poder recrutá-la para a cruzada contra o funcionalismo público. Quem trabalha em repartições públicas já quase deve ouvir os ruído dos B'52 sobrevoando.

Ok. Ignorando o modismo de falar mal do funcionário público que está sucedendo a euforia do "passar em concurso público" - há pouco tempo as mesmas revistas e jornais que agora atacam falavam de como passar em concurso - tenho que concordar em vários aspectos. Muitos funcionários públicos são quase um estorvo. Eu penso naqueles agentes do judiciário que com apenas segundo grau recebem uma remuneração na casa dos R$ 4.000,00 para grampear e carimbar papel. Nâo acho que deveriam ser substituidos por firmas terceirizadas - que muitas vezes fazem um trabalho ainda pior que o servidor pelo fato de o profissional saber o quanto é descartável nesse tipo de iniciativa - mas talvez receber um salário menor. Nas IFES um protocolista não ganha R$ 2.000,00.

Se alguém lesse o que escrevo, logo apareceria alguém dizendo:

"A iniciativa privada é mais fácil de controlar. Veja como a privatização da Telerj e Light melhoraram os serviços".

Há apenas uma informação correta, mas a relação causa-consequência neste caso não funciona exatamento como o meu "ghost interlocutor" disse. O serviço, de fato, melhorou, e muito. Porém, a iniciativa privada não é mais fácil de controlar! Teoricamente, uma estatal seria um milhão de vezes mais fácil de regular! A proximidade das fontes de poder e a total intromissão do governo por si só já demonstram o que eu afirmei. O problema está justamente em quem nos "representa", nesses "altos administradores públicos" que deveriam estar em cima das repartições administrando de verdade e não trabalhando "uma mão lava outra"...

Por fim:

Será que o Degrau Cultural precisa se preocupar?

Será que devo parar de estudar para concurso e viver o resto da minha vida trabalhando em empregos temporários mal remunerados (lembrando que a arquivística é um ofício de ESTADO).

Argh. Quanta palhaçada eu consigo escrever num domingo pela manhã!



http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-onus-da-cultura-do-funcionalismo-publico/1383/

sábado, 15 de maio de 2010

GTA, Rockstar e o que mais der na telha!



Ultimamente a minha dedicação do meu tempo livre ao ócio tem me impedido de exercitar o meu nadismo bloguístico, mas cá estou tentando correr atrás do tempo economizado perdido. Eu estava com vontade de falar sobre um jogo que aprecio muito, o GTA – Gran Theft Auto – lá vai!

O GTA é um dos jogos que mais curto! A minha primeira vez foi - precoce - numa versão demo com duração do jogo limitada a 400 seg. Apesar da limitação irritante, me diverti bastante tentando fazer o máximo possível de missões nesse prazo ínfimo. Que descoberta! Um jogo politicamente incorreto onde o jogador possui bastante liberdade de andamento do jogo, não ficando tão preso ao que o enredo impõe. Não lembro por quais meios adquiri uma versão full, mas me esbaldei. O GTA 2 eu já não curti tanto assim. Ele tinha um visual interessante (uma leitura, forçando a barra, quase steam punk) mas a jogabilidade era sofrível e os carros eram muito lentos. Para mim ele nunca sobrepôs o primeiro da saga. Já o GTA 3... Esse veio totalmente renovado, em 3D e com ainda menos limitações, nesse a cidade é ainda mais explorável e existem missões paralelas que podem ser feitas. A jogabilidade dele, se comparada aos mais novos, num era lá essas coisas, mas me surprendeu na época... Mesmo com os carros difíceis de controlar e com os combates corpo a corpo toscos ainda assim é um baita jogo. Com a mesma engine, porém ligeiramente aprimorado veio o GTA Vice City (que ainda é 3) que trouxe uma trama mais interessante (ambientada nos anos 80), um protagonista com mais personalidade que o anterior e motos! Apesar da série GTA já ter chegado ao quarto, eu parei no terceiro, mais especificamente no San Andreas. Esse se passa na década de 90 e traz um tema “gangsta” – de hip hop, não Al Capone! – e, como novidade, um “fator The Sims” que te obriga a alimentar e exercitar o personagem (argh) que, em contrapartida, permite melhorar as habilidades de briga, tiro, direção, etc. como num RPG.

Por que falar do GTA?

Para falar da Rockstar (a empresa que desenvolve o jogo). Eu tenho uma certa admiração por ela pelo seguinte motivo: Ela disponibiliza, em seu site, seus clássicos (como o GTA 1) em versões modernizadas para rodar em PCs novos. Eu acho isso o máximo! Eles não estão perdendo dinheiro... esses jogos não estão mais a venda! Ao permitir que as pessoas baixem gratuitamente eles estão divulgando a marca e, de certa maneira, construindo uma identidade ou talvez até “memória corporativa” (pegando emprestado do título da ultima postagem do arquivista 2.0 que ainda não li). Eu não pesquisei sobre a Rockstar na inet e prefiro ficar sem. Eu provavelmente descobriria algo ruim como matança de leões marinhos ou sei lá o quê... Sabe como é: melhor não ficar sabendo, a felicidade vai no sentido da alienação ( ou seria o contrário?).


Por fim...
Li nessa ultima semana que um guitarrista youtubesco foi banido do YouTube porque a Stage Three Music exigiu a retirada de alguns vídeos que de covers do ZZ Top executados por ele.


Achei escrotíssima péssima a atitude dessa Stage Three! Não deixaram de ganhar dinheiro por causa dele! O cara ta divulgando o artista de graça e é assim que retribuem?! Pqp. Eles representam o ZZ Top, Aerosmith...

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