segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Estranhos caminhos a que nos levam as buscas.



Não sou e nunca fui bom em história (que Schellenberg não receba esse post pelos mediuns espirituais[1]), nem tampouco aspirante a historiador[2].
Mas descobri hoje que, aparentemente, tentaram alterar (ou só sugeriram) o hino nacional na década de 1950.
Numa rápida e preguiçosa pesquisa no google, o máximo que consegui é que parece que já foi pensado substituir o hino pela “Aquarela do Brasil”.

Mas vamos lá, o que interessa nesse post não é a história brasileira.

Estranhos caminhos a que nos levam as buscas. 

Eu estava fazendo uma pesquisa -que nada tinha a ver com hino nacional - no Sistema de Acompanhamento de Processos – SAP da UFRJ e acabei me deparando com o seguinte resultado:



É engraçado como as ferramentas de busca às vezes nos levam a resultados inesperados, mas que se mostram interesssantes... Uma nova demanda pode surgir espontanemante.

Fazendo buscas no google eu também já me surpreendí com resultados diversos do que eu procurava, mas tão interessantes que acabaram mudando o rumo da minha busca.

...Basta ter tempo para perceber esses achados.


[1] "o arquivista é comumente um historiador por força da profissão (...)" (SCHELLENBERG - Arquivos Modernos, 1956 p.58).
[2] "Por formação ou por vocação, o arquivista é necessariamente um historiador" (BELLOTTO - Arquivos Permanentes)





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