quarta-feira, 28 de março de 2012

Receptores e espectadores...

Toda aquela discussão já meio esquecida da SOPA me deixou com algumas idéias mal exploradas...

Será que as pessoas estão mais receptoras/espectadoras do que fazendo algo? As peladas de domingo parecem ter diminuido... será que a aquisição de pacotes jogos (ou via pay-per-view) também tem caído? Será que o público pagante nos estádios tem diminuído? O que significam os reality shows? Por que os estúdios para ensaios têm falido?
...
O barateamento dos pcs, a variedade de softwares para todo tipo de tarefa e a quantidade cada vez maior de softwares livres - sem falar na própria inet - nos dão uma capacidade de criação e divulgação inéditas. Para se fazer um filme ou gravar uma música com certa qualidade não é mais preciso gastar um fortuna entre equipamentos e equipe. E mesmo que a qualidade seja um fator determinante, vai dizer que o utube, ou as caixinhas dos eu pc têm alta fidelidade?
Então por que se preocupar tanto com conteúdo "pirateado" se tem outro muito bom e que não te levará à cadeia? No utube há vídeos que pertencem à Warner, por exemplo. Será que eles são tão mais necessários do que outros feitos por pessoas físicas que não reclamariam - muito pelo contrário - se você acessar?
O filme Be Kind Rewind levanta, dentre várias questões, uma que interessa agora: por que pagar royalties/infringir a lei se podemos produzir nosso entretenimento?
Tá certo que a indústria do entretenimento é mesmo uma indústria, ou seja, gera vários empregos e move a economia. Daí seria impossível imaginar o fim dela. Mas será que todo entretenimento merece ser tão fartamente remunerado como é hoje? Compare a vida do seu artista preferido com a do seu médico...

Tá certo que quem me conhece pode achar que escreví isso advogando em causa própria. Me justificando, uma vez que eu me arrisco a fazer minhas músicas e alguns vídeos super toscos. Quem pensar assim não estará totalmente errado, mas não é uma justificativa, é uma opinião.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Pra que comprar na loja se você pode financiar a elaboração do jogo?

Extraído do G1


Double Fine, de Tim Schafer, arrecadou quantia em pouco mais de um mês. Gamers que fizeram doações receberão o game e outros brindes.

A desenvolvedora Double Fine, de games como "Brütal Legend" e "Psychonauts" arrecadou mais de US$ 3,3 milhões em doações de jogadores para a criação de um game. O pedido de doações foi publicado no site Kickstarter e a quantia, doada por mais de 87 mil pessoas, foi arrecadada em pouco mais de um mês.
As doações encerraram na terça-feira (13). Em 12 horas do início das contribuições, mais de US$ 500 mil foram recebidos.
O fundador da Double Fine, Tim Schafer, criador de games de grande sucesso na década de 1990 como "Day of the Tentacle", "Full Throttle", "Grim Fandango" entre outros, publicou no Twitter no domingo (11), quando o projeto recebeu US$ 3 milhões em doações, que o valor foi o orçamento de "Grim Fandango", lançado em 1998 quando Schafer trabalhava para o estúdio LucasArts.

Schafer decidiu recorrer à doações da fãs para criar um game do gênero "adventure", famoso nos PCs na década de 1990 que exigia que o jogador participasse de uma história resolvendo enigmas com objetos do cenário e interagindo com os personagens usando o mouse - por isso, o gênero é chamado de "point-and-click". O desenvolvedor afirmou que as grandes produtoras não têm interesse neste tipo de jogo, por isso, ele recorreu à ajuda de fãs.
Este jogo será desenvolvido, segundo Schafer, em um período entre seis e oito meses por uma equipe pequena, o que sobrar do dinheiro doado será utilizado para traduzir o game para outros idiomas.

Os fãs que fizeram doações receberão "prêmios" que variam de acordo com o valor doado. Quem doou US$ 15 receberá uma cópia do game para PC, Mac ou Linux, acesso à fase de testes e à comunidade do título - 47.945 pessoas doaram essa quantia. Já doadores de US$ 30 receberão, além do game, um documentário em alta definição com os bastidores da criação do jogo e trilha sonora, por exemplo - 24.635 fizeram doações nesta quantia.
Quatro pessoas doaram mais de US$ 10 mil e terão o direito de almoçar com Schafer e a equipe de criação do jogo que tem o nome provisório de "Double Fine Adventure", ainda sem data de lançamento.


 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Babilônia, Egito e Brasil...

Numa aula do primeiro período da facul (lá se vão 8 anos!), uma professora de História das Instituições Jurídicas contou-nos uma estória - da qual talvez eu não lembre com precisão - sobre a gritante diferença da posse de líderes na Babilônia e Egito antigo:
na Babilônia, o indivíduo a ser empossado era agredido fisicamente (não lembro bem, mas creio que fosse pelos membros do governo) para lembrá-lo de sua fragilidade frente as forças da natureza, como a seca que atingia o leito do rio Tigre (ou seria do Eufrates?);

no Egito, o faraó era divindade na terra, e assim era tratado no momento de sua "posse".

E no Brasil?
As regalias, os inúmeros direitos e proteções, os bons salários etc.
Há quem defenda que os políticos deveriam ter salários ainda melhores pois isso "atrairia ainda mais os grandes e capazes indivíduos que utilizam sua incrível capacidade para benefício próprio mas que em troca de um gordo subsídio poderiam ajudar o país" ou seja, mais empresários na política!

Sim, sou a favor do fim de todas as regalias etc e tal, incialmente para os vereadores. Se os "grandes e mui capazes indivíduos que só deixam de exercer toda sua habilidade em benefício próprio para compartilhá-la com o país em troca das regalias, protecionismo e bons salários" saírem... Bom, eles têm feito tanta coisa boa assim??

E mais:
se a urna pode ser eletrônica, por que o legislativo não pode ser aberto e mediado eletronicamente?

terça-feira, 6 de março de 2012

Décimo sexto album da Frêmito

Tá certo que rolou muito ruído de fundo - também pudera, gravei com um amp de 1watt ligado direto no pc e usei cabos super velhos, mas acho que não é dos piores...


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