quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Algumas considerações acerca de uma democracia direta eletrônica

Saiu na Data Grama Zero deste mês o meu "artigo" (seria presunção demais tirar as aspas). Ele tá com uns erros de digitação e outros mais toscos... Mais uma vez me precipitei ao enviar o texto sem estar 100% revisado! Espero lembrar disso no próximo...

Como eu tinha quase certeza de que seria rejeitado, eu continuei trabalhando mais algum tempo e melhorando-o. A versão revista eu só poderei publicar (aqui mesmo) em agosto do ano quem...

Então que venha a original:

http://www.dgz.org.br/ago12/F_I_art.htm



Resumo: O contexto político atual tem motivado certas manifestações sociais que buscam proporcionar ao cidadão maior participação no governo. No Brasil, iniciativas governamentais como os Portais de Transparência Pública e o Programa de Orçamento Participativo tentam suprir essa demanda, mas existem outras iniciativas não promovidas pelo governo. Na Suécia, surgiu o partido Demoex - democracia estendida, que tenta viabilizar a democracia direta digital, ou seja, por meio das tecnologias de informação e comunicação. Este texto busca apresentar a experiência de democracia direta do partido Demoex bem como as iniciativas existentes no Brasil; explorar as funcionalidades dos feedbacks negativo e positivo para viabilização de espaços democráticos autorreguláveis na Web; e entender a exclusão digital não apenas sob a perspectiva do "ter e usar tecnologia", mas também da capacidade do usuário em entender a informação em meio digital, ou seja, considerar aspectos cognitivos, não apenas o acesso material à informação. Para tanto são discutidas questões relativas à tecnologia, à Ciência da Informação e ecologia cognitiva.

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