sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O comércio eletrônico e o fator China

Foi decidido que a jornada de trabalho seria de 8h diárias, 1/3 do dia. Isso nos daria tempo para consumir os bens que produzimos.

Nos dias de hoje, as horas perdidas no trânsito e o medo da violência competem com a "hora de consumir". Lembro de ter lido num jornal que o paulistano estava consumindo menos por causa do trânsito.

Então surge o comércio eletrônico, rápido, simples e ficando confiável. Não é preciso sair de casa, enfrentar trânsito nem a violência das ruas - basta um cartão de crédito. Hoje podemos comprar de qualquer lugar a qualquer hora, basta ter um espertofone!

Se não precisamos mais de algumas horas diárias dedicadas ao consumo de bens (para serviços, sim), o que fazer com elas??

A China é um dos países que mais crescem no mundo e já parece quase rivalizar com os EUA. O meu conhecimento sobre a china é superficial, pois advém de um ou dois documentários ocidentais sobre trabalhadores da indústria chinesa. Nesses documentários me foi apresentado que esses trabalhadores têm jornada de trabalho e remuneração padrão 1ª Revolução Industrial. Chegam a trabalhar 18h/dia e ganham uma ninharia.

Agora, esqueça o tom fatalista e a generalização preconceituosa que faço da China e acompanhe o raciocínio:

Se não precisamos mais de horário dedicado ao consumo, pois podemos adquirir bens pela inet a qualquer momento,
e se a relação de trabalho "padrão 1ª revolução industrial" é característica de um dos países que mais cresceu nos últimos anos;

O que esperar do futuro?



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Orkut vs Facebook?


Não se deixe enganar pelo título idiota nem espere um post nostálgico no estilo "antigamente tudo era mais legal", o tema aqui não é bem por aí, mas como não tenho escrito para o blogue e este post não é lá grande coisa, preferi complicar pelo título...

Hoje, enquanto estava enumerando os motivos que me impeliram a abandonar o Facebook, me dei conta de uma comparação interessante:

No orkut, a comunidade, por exemplo, da Coca-cola, não era criada pela marca. Usuários dele criam e organizam o espaço para falar do produto. No Facebook, o que acontece é o contrário, as marcas criam seus espaços e as pessoas curtem e compartilham - é uma propaganda em que se assina embaixo! Ou seja, no orkut, as comunidades emergem dos usuários e, embora não sejam o melhor exemplo de manifestação "bottom-up", por ora faz o contraponto necessário ao Facebook e suas propagandas com índice de aceitação...

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