segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Por uma Internet mínima

Desculpem-me os artistas e designers que curtem as ferramentas cadas vez mais elaboradas - e elaborativas, mas deixe-me ser objetivo e falar sobre uma inet mínima...

Uma das coisas mais irritantes são os portais e sua indigesta semelhança com a TV...

Eu entro no site do yahoo e sou bombardeado por inúmeros "banners" pop-up em flash, fotos (não thumbnail) etc. Ler mesmo, leio 44 caracteres - umas 4 palavras e olhe lá.

Uma foto numa qualidade razoável terá seus 340kb; um link para essa foto uns 26b? Então por que motivo eu preciso carregar uma foto que eu PROVAVELMENTE não queira ver?

Tá certo que quando falamos de portais, como o yahoo, estamos falando de plataformas de publicidade, como um canal de TV ou um jornal. Pedir simplicidade e redução de “ruído” é justamente arruinar a estratégia de marketing que é aplicada nesses meios... Cada pop-up saltitante ou logo colorido se sobrepondo ao texto está ali por um motivo: ele é o principal, pois ele gera receita.

Portanto, fica meio sem sentido criticar muito os portais, porque o foco deles não é nas “estratégias de informação”, mas nas estratégias de marketing...


Pois mudemos de assunto!

Em CI muito se fala sobre a explosão documental (ou informacional, que seja) ocorrida ao final da 2ªGM. Mas, do não muito que li, não lembro ter visto algo sobre uma segunda explosão, a da era digital.

Um cara chamado Andreas Butz fala sobre uma explosão de dados (Data Explosion) que ocorreu – e ocorre - na era da computação.

• Progress in hardware technology allows computers to store an increasing amount of large data
– “640K ought to be enough for anybody” (Bill Gates, 1981(?))
– To be fair: “I never said that statement — I said the opposite of that.“ (Bill Gates, 2001)

• Computers and the Internet let people consume and produce vast amounts of data

• 2002 Study by University of Berkeley (http://www2.sims.berkeley.edu/ research/projects/how-much-info-2003/)
– In 2002, print, film, magnetic, and optical storage media produced about 5 exabytes
– 1 exabyte = 1 Million Terabyte = 7500 * the information contained in the Library of Congress (seventeen million books)
– 92% of new information is stored on magnetic media, primarily hard disks
– Almost 800 MB of recorded information is produced per person each year
New stored information grew about 30% a year between 1999 and 2002


Produto da explosão de dados é a sobrecarga de dados (Data Overload)

• Data, not information!

• Main principle of Information Visualization: allow information to be derived from data

• How to transfer information to the user?

• Use human vision
– Provides highest bandwidth sense: human retina can transmit data at roughly 10 million bits per second (Koch et al., 2006) (Ethernet connection: 10 to 100 million bits per second)
– Pattern recognition
– Pre-attentive
– Extends memory and cognitive capacity

People think visually





A proposta do autor é utilizar Visualização da Informação para contornar parte do problema, mas nesse tema eu tenho tantos questionamentos que precisaria de um longo post dedicado somente a eles...

Os slides estão aqui http://www.medien.ifi.lmu.de/lehre/ws1213/iv/folien/IV-W12-01-Introduction.pdf


Voltando à Inet mínima...

Acho que a principal característica da explosão da era digital nos últimos 10 anos é ser “multimídia”. Não produzimos 800mb de texto por ano (ainda mais se usarmos twitter, hehehe), mas quem tira muitas fotos e grava muitos vídeo com câmeras HD domésticas produz isso num feriadão!

Isso me faz lembrar de uma coisa interessante: o caráter "multimídia" foi possibilitado, em muito, pelas tecnologias de compactação, pois imagine o álbum do seu cantor predileto disponível na web no formato wav... Em mp3 ele tem -vou chutar- 1/10 do tamanho que teria em wave. O mesmo (não a proporção) vale para BPM e JPG (que é um formato comprimido). Vídeos também estão na mesma lógica da racionalidade. Mas as interfaces dos websites e os formatos de documentos escritos parecem estar mais distantes dessa racionalidade, seja em termos de estruturação ou de eficiência em mostrar o mesmo mas ocupando menos bytes.

Vamos fazer um teste super tosco. Esse post está sendo escrito no libreoffice 3.4.5 em formato de compatibilidade “doc”. Vou mensurar seu tamanho em TXT, RTF, ODT, DOC, DOCX e PDF.

TXT        3,79kb
DOCX    8,28kb
HTML   24,7kb
ODT     26,6kb
DOC    27,5kb
RTF     59,8kb
PDF     88,1kb

Vamos lá: nosso campeão, o TXT, é problemático porque não tem boa formatação (a não ser que usemos tags de HTML nele, mas aí é outra história);

DOCX é show pois tem formatação etc, mas é formato proprietário...

HTML dispensa comentários agora;

ODT é bom pelo tamanho geral e por guardar formatação etc. mas carece de compatibilidade;

RTF me surpreendeu, pois pensei que fosse ser bem menor. E ainda tem o problema com tamanho do nome do arquivo que não pode ultrapassar um número pequeno de caracteres...

PDF é o mais bonitão mas é o maior. Bom, eu não gosto dele, mas virou meio que o padrão mundial de material escrito – creio que seja porque dá para bloqueá-lo de diversas formas...

* o JPG da imagem do olho lá em cima tem 34kb*

Eu fico naquela relação do tamanho X capacidade de dados/estrutura: dá-lhe HTML. As markup languages são show de bola pois são universalmente reconhecidas, ocupam pouco espaço, são facilmente (re)estruturáveis, favorecem uso de metadados embutidos e extração automatizada de descritores (como propõe Marcondes) etc.

Acho até que todo ou quase todo periódico em CI mantém os artigos em HTML, e, no momento em que o usuário vai baixar o artigo, é feita uma mudança para PDF.

...Saudosismo...

Lembro do tempo em que meu modem de 28kb supria todas as necessidades para baixar documentos textuais (e umas poucas fotos)... Hoje em dia minha conexão de 10mb as vezes sofre para baixar uns PDFs monstro...

A "inet mínima", seria uma proposta de tentar reduzir o tráfego na internet, pois a cada dia necessitamos de uma banda mais larga, mas será que, efetivamente, acessamos MAIS coisas?


Qual a relação tamanho (em kb) X potencial informativo (sem unidade métrica)?


A ideia não é racionar a quantidade de "caracteres" que são transmitidos, mas escolher, quando possível, formatos que passem uma mesma quantidade de caracteres mas ocupando menos bytes (como a relação TXT/PDF). Utilizar o máximo possível a compactação de dados e assim exigir um pouco mais dá máquina (ao descompactar) que da conexão...

Quando eu transformar esse blog num site (no dia em que o Google descontinuar o blogspot), certamente não farei uma interface em flash ou usando camadas de forma que fique super pesada. Farei uma porcaria HTML com links para cada postagem, pois a função daqui não é estética.

Mas não se deixe enganar pelo meu exemplo, o objetivo da inet mínima não é simplesmente produzir um gueto monocromático/textual mas voltar a pensar na inet como um meio de comunicação objetivo e enxuto, não uma televisão 2.0...

***Adendo sobre o PDF***

Para ilustrar a minha picuinha com o PDF, recorro a Duque e Brandão (2011 p. 13), que afirmam que o PDF, originariamente, "foi criado como suporte à industrialização gráfica, garantidor de que nada seria alterado entre a arte final e a gravação na chapa de impressão", isto é, não nasceu com um formato para ampla utilização em meio digital...

O pdf é um formato complicado de se lidar, pois pode gerar alguns problemas sérios como, por exemplo, os que o ocorrem com os Diários Oficiais que são praticamente impesquisáveis... Você tem que olhar página por página para ver se encontra o que quer...

Eu sou a favor de "documentos de internet" feitos sobre uma linguagem plenamente legível por máquinas e pessoas... Talvez usar markup language e uma estrutura que facilite a recuperação via mecanismos de busca...

A UNESCO no documento "Policy Guidelines For The Development And Promotion Of Open Access" também não recomenta o PDF (para periódicos OA)...

"It is worth noting that these technologies do not work well on texts in PDF format, which unfortunately is the format that most Open Access articles are available in at the moment. The preferred format is XML (Extensible Markup Language). This may seem a trivial point, but in policy terms it is rather significant. In the future, as this area develops, policies are likely to discourage PDF and insist on a format that is
either XML or can be easily converted to it." (SWAN, 2012,  p. 17)

DUQUE, Claudio Gottschalg, BRANDÃO, Oscar Cesar. Comunicação Científica contemporânea e de vanguarda. IN: DUQUE, Claudio Gottschalg (org.). Ciência da Informação: estudos e práticas. Thesaurus, Brasília, 2011.

SWAN, Alma. Policy Guidelines For The Development And Promotion Of Open Access. Paris: Unesco, 2012. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002225/222536S.pdf. Acesso em: out/2013.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Midiologia...

Estava eu procurando delimitar os espaços da CI e da Comunicação quando dei de cara com essa tal "Midiologia". A midiologia seria o campo que estuda o que o homem transmite. Achei uma boa para linkar com CI...

Midiologia fala de transmissão, enquanto CI com transferência...

"Assim, pode-se inferir que a transferência e a transmissão da informação, respectivamente no enfoque da Ciência da Informação e da “midiologia”, caracterizam a etapa inicial e subsidiária do processo de construção do conhecimento, na qual ocorre a comunicação dos conhecimentos estabelecidos. Essa etapa inicial corresponde ao movimento de acesso, constituído de ações de comunicação e de transferência ou transmissão de informações atuando na mediação entre os acervos informacionais, entre o conhecimento estabelecido e os sujeitos que buscam construir conhecimento."

"Esta etapa subsidiária, que Debray (2000) denominou de transmissão, pode ser compreendida, na perspectiva da Ciência da Informação, como transferência da informação que, conforme González de Gomez (1993) caracteriza-se por um conjunto de ações, por meio das quais os grupos sociais e as próprias instituições organizam e implementam a comunicação da informação."


Objetos e conhecimento...

"Por outro lado, quando ao final do processo, o conhecimento é gerado e comunicado, tem-se novamente a informação que permite a visibilidade desse conhecimento, por estar contida em um suporte de registro, constituindo assim um documento que representa, conforme Pédauque (2003), um objeto, uma inscrição em um objeto, cujas fronteiras físicas são facilmente identificadas. Também representando um objeto de comunicação regido por regras mais ou menos explicitas que materializam um contrato de leitura entre o autor e o leitor."

"O conhecimento resulta, assim, de uma ecologia regida pela interação social e os instrumentos de registro, acesso e processamento das informações que representam uma cadeia formada pela inter-relação de conhecimentos antecessores, enfim é um ato humano que se apóia nos recursos tecnológicos de extensão da memória."

"O conhecimento é privado, enquanto a informação é pública. A informação pode ser transmitida, distribuída, disseminada; mas o conhecimento, por si só, está impedido desse movimento. A sua circulação apenas é possível com a sua representação pela informação. Conforme Le Roy (1997, p. 28):
“Quando se deseja compartilhar um conhecimento, este deve ser traduzido em informações, para que o destinatário possa absorvê-las e transformá-las em conhecimento – se ele quiser.”


Ato de comunicação...

"Colocando em foco o ponto de interseção entre os sujeitos sociais, movidos a interagir em função dos eventos com os quais se deparam, pode-se situar também a“voz” de Vygotsky,  que, na perspectiva da corrente sócio-histórica da psicologia destaca que: “A comunicação direta entre duas mentes é impossível, não só fisicamente como também psicologicamente. A comunicação só pode ocorrer de uma forma indireta.” (Vygotsky, 1995, p.128)."

"Para Vygotsky, , o ser humano, ao construir a linguagem e todos os instrumentos, isto é, seu “acervo tecnológico”, também construiu as condições de interagir com outros de sua espécie, comunicar suas experiências, conhecer o mundo e desenvolver suas funções psicológicas. (Pino Sirgado, 2000, p.32-43). Dentre esse acervo tecnológico pode-se destacar a comunicação oral, a escrita, a leitura e os instrumentos que dinamizam e dão suporte às ações de comunicação e transmissão."

Linguagem do pensar e a da edição...

"Além disso, ocorrem transformações no próprio processo de comunicação do conhecimento, de produção da informação. Segundo Barreto (2001), pesquisas realizadas na Universidade de Toronto existem dois tipos de linguagens: a do pensar e a da edição e formatação do texto. Enquanto a linguagem do pensamento apresenta pequenas sentenças compostas de cinco a sete palavras, na edição a linguagem é mais formal, procurando a utilização de padrões normativos e de procedimentos formalizados."

Citações extraídas de:
GOMES, Henriette Ferreira. A mediação da informação,comunicação e educação na construção do conhecimento. Data Gramma Zero fevereiro 2008. Disponível em http://www.dgz.org.br/fev08/Art_01.htm

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Mais sobre midiologia:

"O midiólogo estuda a união de um corpus simbólico (uma religião, uma doutrina, um gênero artístico, uma disciplina, etc…), a uma forma de organização coletiva (uma igreja, um partido, uma escola, uma academia) e a um sistema técnico decomunicação (registro, arquivo e circulação de vestígios)."

“Não se trata de formular a questão: ‘Este pensamento é o produto de que?’, mas ‘O que é que produziu efetivamente?’. Nem tampouco: ‘De onde vem tal informação e o que significa?’, mas ‘O que é que essa novainformação transformou no território mental de determinada coletividade e de seus dispositivos de autoridade?’ 'Como determinadas formas simbólicas tornam-se forças materiais'.”

Mas não pense ser apenas o que McLuhan disse:

"O meio de encaminhamento de uma mensagem, no sentido de McLuhan (“o meio é a mensagem”), é um elemento de análise limitado para a midiologia, pois não passa do andar térreo do edifício de compreensão que pretende construir."

"Para a midiologia, o meio pode ser entendido em quatro sentidos: primeiro, como, procedimento geral de simbolização; segundo, como código social de comunicação; terceiro, como, suporte material de inscrição e estocagem; e, quarto, como dispositivo de gravação conectado a determinada rede de difusão. A mediação determina, portanto, a natureza da mensagem, de modo que existe primazia da relação sobre o ser."

(Citações retiradas de http://www.hyperlogos.bem-vindo.net/tiki-index.php?page=midiologia)

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Ainda mais sobre midiologia...

Debray (apud GOMES, 2010), a midiologia procura se ocupar do conjunto composto pelos meios simbólicos de transmissão e circulação, expandindo seu escopo que:

"procede e supera a esfera dos meios de comunicação de massa contemporâneos, impressos e eletrônicos, entendidos como meios de difusão maciça (imprensa, rádio, televisão, cinema, publicidade, etc.). ... um sistema de educação, um café-bar, um púlpito de igreja, uma sala de biblioteca, um tinteiro, uma máquina de escrever, um circuito integrado, um cabaré, um parlamento não são feitos para ‘difundir informações’. Não são ‘mídia’, mas entram no campo da midiologia enquanto espaços e alternativas de difusão, vetores de sensibilidades e matrizes de sociabilidades. Sem um ou outro desses ‘canais’, esta ou aquela ‘ideologia’ não chegaria a ter a existência social de que podemos dar testemunho."



Sfez (apud GOMES, 2010)defende que:

"o próprio canal pode interferir sobre a mensagem: ecos e impurezas misturam-se na mensagem, e isso designar-se-á como ‘ruídos’. A mensagem: para poder circular no canal, a mensagem em língua natural deve ser tratada. A codificação intervém aqui como um sistema de divisão das unidades. Será binário. A operação de codificação, situada à entrada do canal, corresponde uma segunda operação de decodificação e de transcrição, situada à saída do canal. (c1990, p. 47)."


"Na midiologia, mídio significa primeiramente o conjunto dos meios simbólicos de transmissão e circulação de informações, determinado tanto técnica quanto socialmente, envolvendo não apenas os meios de comunicação impressos ou eletrônicos, mas também os espaços e alternativas de difusão das informações como os sistemas educativos, as bibliotecas, os museus, os arquivos e demais espaços de informação e de sociabilidades. A midiologia é uma disciplina que tem por objeto as funções sociais superiores e suas relações com as estruturas técnicas de transmissão, desenvolvendo estudos sistemáticos dos mecanismos de transmissão, da relação entre cultura e técnica, distinguindo a transmissão da informação no tempo e no espaço". (Debray, 1993, 1995, 1999 apud GOMES, 2010)


"Transmitimos para que o que vivemos, cremos e pensamos não venha a morrer conosco (de preferência comigo). Para que isso seja possível, é-nos permitido, segundo as épocas, recorrer aos meios da poesia oral, com seus ritmos e refrãos propícios à memorização, do desenho ou do escrito, do impresso, da fita de som ou da Internet - de tudo isso junto ou separadamente -, ao sabor das audiências visadas ou do desenvolvimento técnico - mas o conteúdo da mensagem guia-se pelas necessidades de sua difusão, assim como o órgão pela sua função." (Debray, 2000b, p. 15-16, observação do autor - GOMES, 2010).
---nada a ver, mas penso nessa questão da transmissão e suas épocas, que a escrita foi por muito tempo a alternativa tecnológica mais viável para transmissão (se quero falar sobre um sapo que vi, mas não tenho uma câmera nem habilidade para desenhar, descreve-lo-ei com palavras) mas será que hoje ainda é a única? Fotografar, gravar e compartilhar nunca foi tão fácil (os excluídos da escrita ficam ainda mais excluídos)...
Tá certo que a escrita ainda é a principal ferramenta cognitiva que temos, mas dá para bater um papo com Platão, né?---


"A transmissão está estreitamente ligada aos ambientes informacionais por consistir na transformação dos conteúdos para seu registro, e porque tais conteúdos registrados só podem ser conhecidos, avaliados e comparados por meio desses ambientes, nos quais as informações estão organizadas e armazenadas para o acesso. Esta visão que os estudiosos da “midiologia” traçam sobre a problemática da comunicação e da informação Debray faz uma afirmação que se nos apresentou enquanto uma “flecha” sinalizadora da possível incorporação dos estudos da “midiologia” aos estudos sobre a informação e o papel dos ambientes informacionais, quando questiona:

"Qual sopro poético não pretende sobreviver à sua inspiração? Qual centelha de sentido não pretende tocar fogo na planície? Ora, para conseguir uma travessia do tempo, para perenizar, devo (eu, emissor qualquer), simultaneamente, materializar e coletivizar. [...] Algo memorável: via coisas mortas transformadas em monumentos porque a matéria conserva os vestígios; memorandos, via uma corrente coletiva de recreação porque somente os seres vivos podem reanimar o sentido que está adormecido nos vestígios. (2000a, p. 23, esclarecimentos do autor)."

Citações extraídas de:
GOMES, Henriette Ferreira. A interligação entre Comunicação e Informação. Data Gramma Zero junho de 2010. Disponível em http://www.dgz.org.br/jun10/Art_03.htm

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